S2D Deep Dive – RDMA

Olá pessoal, veremos neste post uma visão mais aprofundada sobre o RDMA, dando sequência a série de posts relacionados aos Storage Spaces Direct (S2D).

O que é o RDMA?

“Na computação, o acesso remoto direto à memória (RDMA) é um acesso direto à memória RAM de um computador ao de outro, sem envolver o sistema operacional. Isso permite que seja possível ter uma rede de alta produtividade e baixa latência, o que é especialmente útil em clusters de computadores paralelos em massa.” By Wikipedia.

Depois deste conceito genérico, vamos entender na prática o que é o RDMA observando a figura a seguir:

1 – Um aplicativo capaz de usar o RDMA em execução no servidor 1, neste caso o S2D representado pelo Software Storage Bus (Se você leu meu e-book vai lembrar desse cara), pode transferir diretamente seus dados para o buffer de NIC do RDMA.

2 – Posteriormente, a RDMA NIC transfere os dados para o RDMA NIC Buffer do Server 2,3,n.

3 – A partir daí, os dados são enviados diretamente para o Buffer do aplicativo em execução no servidor nº 2 (O mesmo S2D com o Software Storage Bus). Nenhum Buffer de CPU, Buffer de Protocolo de Transporte ou Buffer de Driver são usados, com isso, não são onerados estes recursos para a comunicação do S2D.

Ganhos ao utilizar o RDMA

Na prática, o grande ganho que podemos ter ao utilizar RDMA é que os recursos computacionais não serão utilizados para a comunicação de rede entre os nós do cluster, sendo assim, estes recursos estarão livres para o uso do SO ou Hypervisor por exemplo.

 

Por hoje é só, abraços e até a próxima!

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